Não me ensinas-te á nadar muito menos a boiar, então por que me jogaste no mar?
Querias usufruir da minha tão crescente agonia por não poder respirar?
Ou só me castigar?
Bem, isso não importa mais
Pois meus pulmões já desistiram de trabalhar
Logo, logo as ondas irão conseguir em fim me tragar
E então só me restara aceitar meu escuro e frio destino
As profundezas do mar

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